segunda-feira, janeiro 27, 2020

Livro "O Quantum Primordial: o encontro da ciência, espiritualidade e autoconhecimento"

Queridos, após 12 anos de trabalho com o público leigo, levando a física quântica a diversas áreas interdisciplinares, nasce o livro "O Quantum Primordial: o encontro da ciência, espiritualidade e autoconhecimento".

Acessem o link para conhecer
https://www.sabedoriaquantica.com.br
No site você pode ler a introdução e o prefácio do livro, assim como conhecer a opinião de quem já leu. Veja lá e peça o seu ; )


Lançamento do livro "O Quantum Primordial: o encontro da ciência, espiritualidade e autoconhecimento" de Eliane Xavier em Curitiba

Lançamento do livro "O Quantum Primordial: o encontro da ciência, espiritualidade e autoconhecimento" de Eliane Xavier em Curitiba. Resultado de 12 anos de trabalho e pesquisas com o público leigo, e outras áreas de aplicação da física quântica, livro traz os paralelos da física quântica com a espiritualidade. Numa linguagem clara e acessível a todos, o livro
está sendo muito bem recebido pelas pessoas que desejam conhecer mais sobre o tema.  Confira a entrevista completa no link abaixo:


https://www.youtube.com/watch?v=oJrUDm_SVa8&t=

terça-feira, maio 31, 2016

Algumas citações escolhidas pelos leitores - Física Quântica

"Pergunte a um físico de partículas o que é a matéria e ele dirá: quarks e leptons.
Pergunte a um físico relativístico o que é a matéria e ele dirá: A matéria é energia condensada -
E= mc2.
Faça a mesma pergunta para um físico que trabalha com a interface ciência x espiritualidade e ele dirá: A matéria é energia que vibra na frequência da sua consciência.
Todas as respostas estão corretas, cada uma em seu contexto."

"A física clássica descreve os fenômenos grosseiros do universo. Matéria agindo com matéria. Já a física quântica introduz um nível sutil, energético, vibracional, incerto, probabilístico e complementar. Ela introduz a consciência, e nos confirma que o mundo realmente é muito mais do que apenas uma visão cartesiana e desconectada dos fenômenos."

"A Física Quântica não vem nos explicar como o mundo funciona exatamente. Ao contrário, ela vem nos mostrar como o universo é fascinantemente misterioso, e muito além de nossa básica e limitada visão comum. Ela é inesperada, e por isso libertadora."

"A realidade não é algo concreto, estático. Ela é uma multiplicidade de universos e realidades paralelas distintas, todas acontecendo ao mesmo tempo, colapsando em nossa consciência através de nossa estrutura cármica, nossos referenciais, ou seja, do nosso observador."

"Niels Bohr introduziu o Princípio da Complementaridade em virtude da dualidade onda-partícula. Os modelos de onda e de partícula são complementares. Cada um valendo de forma absoluta em seu domínio, de acordo com o experimento que se monta para observar a natureza. Niels Bohr nos mostrou que diferentes pontos de vista não são excludentes, e sim complementares. Cada um valendo de forma absoluta dentro do seu contexto. Diz a literatura que Niels Bohr se inspirou na filosofia do Tao."

- Eliane Xavier - Mestre em Física Quântica e Praticante Budista






terça-feira, fevereiro 16, 2016

Ondas Gravitacionais - uma grande descoberta



Será possível agora "surfar" uma destas ondas gravitacionais para realizar grandes deslocamentos no espaço x tempo? Tudo indica que sim. Sem contar claro, que as ondas gravitacionais oferecem uma nova e maravilhosa maneira de explorar o universo.

Confira no link abaixo o vídeo com a explicação de Brian Greene sobre o tema.


https://www.youtube.com/watch?v=zvwiFRzJAVA



terça-feira, fevereiro 09, 2016

O que é a realidade?

A realidade é o que percebemos com nossos sentidos?
Esta desconcertante palestra de Donald Hoffman nos remete a uma visão bastante integrada com os ensinamentos budistas.


https://www.youtube.com/watch?v=oYp5XuGYqqY


domingo, setembro 27, 2015

Física Quântica pelo WhatsApp?!



Recebo outro dia, tarde da noite, um WhatsApp de uma amiga muito querida: “Estamos num jantar aqui e o pessoal está falando de física quântica, você poderia falar pra nós o que é, se você estiver acordada?”
É muito engraçado este tipo de mensagem, pois quem dera a ciência de um modo geral pudesse ser explicada assim em poucas palavras. Pra começar a ciência trabalha com modelos científicos, ou seja, são teorias que precisam de um contexto, de várias definições preliminares, para que depois a gente possa explicar o sentido que aquilo tem, levando em consideração todos os parâmetros citados… É chato mesmo e dá trabalho.
Mas se eu fosse responder de forma rápida e resumida a pergunta de minha amiga eu poderia dizer: “A física quântica é a parte da física que trabalha com dimensões da ordem de 10 -10  metros ( um angstrom)  e menores." Com certeza ia trocar seis por meia dúzia e ninguém iria entender nada. Talvez uma resposta melhor seria: “A física quântica traz a ideia de que a energia é quantizada em pequenos pacotes discretos que chamamos de quantum.” Aí acho que já começa a ficar mais interessante. Mas provavelmente as pessoas perguntariam: “E daí?” Daí é que começa a ficar bom!
Para definir mesmo a física quântica, é preciso definir as esquisitices com as quais ela se define, dualidade onda-partícula, probabilidades, princípios da incerteza e da complementaridade, colapso da função de onda, observador, emaranhamento quântico, entre outros.
Então eu continuo a me perguntar, como fazer uma resposta disso tudo resumida pelo WhatsApp?! São os tempos modernos… e nossa cultura que anda cada vez mais apressada. Vamos ver… Uma vez “flagrei” um aluno explicando assim pro outro numa aula: - “A dualidade onda-partícula é assim, se uma mulher bonita esta andando na rua e ninguém olha ela é uma onda, se alguém olha ela vira partícula.” Achei muito engraçado e divertido como a gente tenta colocar estes conceitos quânticos, que na verdade não tem nada com que se possa comparar no mundo clássico, de maneira mais “palpável”. É válido. Mas na verdade seria assim, a física quântica vai jogar por terra tudo o que você acha que sabe sobre o conhecimento do mundo e do Universo, e de como as coisas funcionam. Abra sua mente para o novo, se esvazie de conceitos anteriores, e principalmente não tente encaixar a física quântica dentro do paradigma clássico. Não entra! Ao tentarmos fazer isso a física quântica se torna maluca, paradoxal, sem sentido, tudo porque a estamos olhando com os “olhos” errados. Então como seria a maneira indicada para olharmos para esta teoria? Seria ter um olhar livre de conceitos pré-estabelecidos, como o olhar de uma criança. Livre e aberta às infinitas possibilidades que este novo conhecimento oferece. Olha-la como uma ciência da mente e do coração. Onde realmente internalizaremos sua sabedoria, quando nos abrimos com todo o nosso Ser, profundo e primordial.
Sei que no fim das contas não respondi a pergunta ainda. Mas acreditem, a dúvida e a curiosidade abrem a perspectiva! A resposta fecha. Precisamos deixar de nos relacionar com os rótulos e preconceitos que congelamos em nossa mente, e nos relacionarmos com o fenômeno em si! Vasto, amplo, misterioso, fascinante em todas as suas nuances. Isso é precioso! É sublime, sagrado. E pra mim, isso é a física quântica.


PS: No blog Sabedoria Quântica tem os posts “física quântica para todos”, onde vou explicando uma esquisitice de cada vez, em doses homeopáticas. Bons estudos e boa jornada!

quinta-feira, julho 16, 2015

Pentaquark

Depois da 'partícula de Deus', cientistas descobrem o pentaquark
Observação de nova partícula foi anunciada pelos pesquisadores que trabalham no Grande Colisor de Hádrons, na fronteira entre a França e a Suíça.
14/07/2015 15h46 - Atualizado em 14/07/2015 15h46
BBC
Por Paul Rincon
Editor de Ciência da BBC News
Uma ilustração de uma configuração possível de quarks em uma partícula pentaquark  (Foto: CERN/BBC)Uma ilustração de uma configuração possível de quarks em uma partícula pentaquark (Foto: CERN/BBC)
Cientistas que trabalham no Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) - um acelerador de partículas gigantesco que fica na fronteira entre a França e a Suíça - anunciaram a descoberta de uma nova partícula, batizada de pentaquark.
A primeira previsão da existência do pentaquark foi feita na década de 1960, mas, assim como o Bóson de Higgs (ou "partícula de Deus"), os cientistas não conseguiram detectar o pentaquark durante décadas.
Em 1964, dois físicos, Murray Gell-Mann e George Zweig, propuseram, separadamente, a existência de partículas subatômicas conhecidas como quarks.
As teorias deles afirmavam que as propriedades mais importantes de partículas conhecidas como bárions e mésons poderiam ser melhor explicadas se, na verdade, elas fossem formadas por partículas ainda menores. Zweig chamou estas partículas menores de "ases", um nome que não ficou muito popular.
Gell-Mann as chamou de "quark", o nome pelo qual elas são conhecidas hoje.
O modelo proposto pelos cientistas também permitiu a descoberta de outros estados dos quarks, como o pentaquark. Esta partícula - antes puramente teórica - é composta de quatro quarks e um antiquark (o equivalente em antimatéria de um quark comum).
O anúncio é o equivalente à descoberta de uma nova forma de matéria e foi divulgado na revista especializada "Physical Review Letters".
Descobertas
Durante a primeira década dos anos 2000, várias equipes de cientistas alegaram ter detectado os pentaquarks, mas estas descobertas foram questionadas por outros experimentos.
"Existe uma história e tanto com os pentaquarks, por isso estamos sendo muito cuidadosos ao apresentar esta pesquisa", afirmou à BBC Patrick Koppenburg, físico coordenador do LHC no Cern, o laboratório europeu de pesquisas nucleares, na fronteira franco-suíça.
"É só a palavra 'pentaquark', que parece ser amaldiçoada de alguma forma, pois foram feitas muitas descobertas que, em seguida, foram superadas por novos resultados que mostravam que as anteriores eram, na verdade, flutuações, e não sinais verdadeiros (da existência da partícula)", acrescentou.
Os físicos estudaram a forma como uma partícula subatômica, a Lambda b, se transformou em outras três partículas dentro do Grande Colisor de Hádrons. A análise revelou que estados intermediários estavam envolvidos, em algumas ocasiões, na produção das três partículas.
Estes estados intermediários foram chamados de Pc (4450)+ e Pc (4380)+.
"Examinamos todas as possibilidades para estes sinais e concluímos que eles só podem ser explicados (pela existência) dos estados (de matéria) pentaquark", afirmou o físico do LHC Tomasz Skwarnicki, da Universidade de Syracuse, nos Estados Unidos.
Experiências anteriores tinham medido apenas a chamada distribuição de massa, na qual um pico estatístico pode aparecer contra o ruído de fundo, um possível sinal da existência de uma nova partícula.
Mas, o colisor permitiu que os pesquisadores analisassem os dados de outras perspectivas, principalmente os quatro ângulos definidos pelas direções diferentes das trajetórias das partículas dentro do LHC.
"Estamos transformando este problema de (um problema) de uma dimensão em um de cinco dimensões... conseguimos descrever tudo o que acontece na transformação (da partícula Lambda b)", afirmou Koppenburg, que identificou os primeiros sinais em 2012.
"Não tem como o que vimos ser devido a qualquer outra coisa que não a adição de uma nova partícula que não tinha sido observada antes."
"O pentaquark não é apenas uma nova partícula qualquer... Representa uma forma de agregar quarks, os principais componentes dos prótons e nêutrons comuns, em um padrão que nunca foi observado antes em mais de 50 anos de buscas experimentais", afirmou Guy Wilkinson, porta-voz do LHC.
"Estudar suas propriedades pode permitir uma melhor compreensão de como a matéria comum, os prótons e nêutrons, são constituídos."
O Grande Colisor de Hádrons foi ligado novamente em abril depois de um desligamento que durou dois anos para completar um programa de reparos e atualizações.