sexta-feira, março 24, 2023

A Chave Quântica - livro para ensinar fisica quântica ao público infanto juvenil



Sinopse do livro “A Chave Quântica”

 

Livro para o público infanto juvenil, mas os adultos também gostarão de ler. A história começa com o desaparecimento de Vicky, uma pré-adolescente. Seus dois amigos mais próximos começam a investigar o seu sumiço, e as pistas que encontram são uma chave antiga e um bilhete escrito “física quântica”.

Ana, a amiga, começa a pesquisar na internet sobre o assunto, e junto com Pedro, o outro amigo, pedem ao professor de ciências da escola que fale sobre o tema com eles. O professor vai explicando a eles o que é física quântica, seus principais conceitos, assim como a maneira como a ciência funciona, os modelos científicos, e também sobre os paradigmas que cerceiam o meio acadêmico e científico em geral. Tudo numa linguagem muito acessível ao publico leigo e de maneira dinâmica e divertida. Esta parte visa despertar o interesse científico nos jovens. Um paralelo com a espiritualidade começa a ser feito a partir do capítulo 6.


Seguindo as pistas Ana e Pedro acabam por chegar a um misterioso hotel, chamado “Bóson Hotel”, onde o que vale por lá são as leis da física quântica. Assim o leitor poderá ver de forma fictícia a teoria toda ensinada pelo professor aos alunos.


Descobrem que sua amiga desparecida está perdida num campo quântico de infinitas possibilidades e passam por uma grande aventura para trazê-la de volta.


O livro traz uma introdução ao tema da ciência e espiritualidade, assim como uma mensagem sobre percebermos o nosso mundo interno, nossas emoções, pensamentos, e um desfecho inesperado no final!


Peça para receber os três primeiros capítulos em seu email clicando aqui

eps.xavier@gmail.com

Ou para adquirir o seu exemplar clique em

https://koieditora.com.br



 

sexta-feira, janeiro 15, 2021

Curso Online de Física Quântica e Espiritualidade

 

A mestre em Física Teórica na área de Caos Quântico e praticante budista Eliane P. S. Xavier oferece curso online de Física Quântica e Espiritualidade.

Autora do livro "O Quantum Primordial: o encontro da ciência, espiritualidade e autoconhecimento" e "A Chave Quântica" para o público infanto-juvenil juvenil, Eliane Xavier tem 15 anos de experiência no ensino de Física Quântica para o público leigo. Dispondo de um material extremamente didático seus cursos se destacam pela facilidade em introduzir conceitos complexos de forma simples e descontraída.

Professora de cursos livres e de cursos de Pós-graduação, trabalha os temas qualidade de vida, estudos da consciência, espiritualidade e meditação, na interdisciplinaridade com a ciência, levando a transformação do Paradigma Clássico para o Paradigma Quântico.

Informações no site http://www.curso.sabedoriaquantica.com.br


segunda-feira, janeiro 27, 2020

Livro "O Quantum Primordial: o encontro da ciência, espiritualidade e autoconhecimento"

Queridos, após 12 anos de trabalho com o público leigo, levando a física quântica a diversas áreas interdisciplinares, nasce o livro "O Quantum Primordial: o encontro da ciência, espiritualidade e autoconhecimento".

Acessem o link para conhecer
https://www.sabedoriaquantica.com.br
No site você pode ler a introdução e o prefácio do livro, assim como conhecer a opinião de quem já leu. Veja lá e peça o seu ; )


Lançamento do livro "O Quantum Primordial: o encontro da ciência, espiritualidade e autoconhecimento" de Eliane Xavier em Curitiba

Lançamento do livro "O Quantum Primordial: o encontro da ciência, espiritualidade e autoconhecimento" de Eliane Xavier em Curitiba. Resultado de 12 anos de trabalho e pesquisas com o público leigo, e outras áreas de aplicação da física quântica, livro traz os paralelos da física quântica com a espiritualidade. Numa linguagem clara e acessível a todos, o livro
está sendo muito bem recebido pelas pessoas que desejam conhecer mais sobre o tema.  Confira a entrevista completa no link abaixo:


https://www.youtube.com/watch?v=oJrUDm_SVa8&t=

terça-feira, maio 31, 2016

Algumas citações escolhidas pelos leitores - Física Quântica

"Pergunte a um físico de partículas o que é a matéria e ele dirá: quarks e leptons.
Pergunte a um físico relativístico o que é a matéria e ele dirá: A matéria é energia condensada -
E= mc2.
Faça a mesma pergunta para um físico que trabalha com a interface ciência x espiritualidade e ele dirá: A matéria é energia que vibra na frequência da sua consciência.
Todas as respostas estão corretas, cada uma em seu contexto."

"A física clássica descreve os fenômenos grosseiros do universo. Matéria agindo com matéria. Já a física quântica introduz um nível sutil, energético, vibracional, incerto, probabilístico e complementar. Ela introduz a consciência, e nos confirma que o mundo realmente é muito mais do que apenas uma visão cartesiana e desconectada dos fenômenos."

"A Física Quântica não vem nos explicar como o mundo funciona exatamente. Ao contrário, ela vem nos mostrar como o universo é fascinantemente misterioso, e muito além de nossa básica e limitada visão comum. Ela é inesperada, e por isso libertadora."

"A realidade não é algo concreto, estático. Ela é uma multiplicidade de universos e realidades paralelas distintas, todas acontecendo ao mesmo tempo, colapsando em nossa consciência através de nossa estrutura cármica, nossos referenciais, ou seja, do nosso observador."

"Niels Bohr introduziu o Princípio da Complementaridade em virtude da dualidade onda-partícula. Os modelos de onda e de partícula são complementares. Cada um valendo de forma absoluta em seu domínio, de acordo com o experimento que se monta para observar a natureza. Niels Bohr nos mostrou que diferentes pontos de vista não são excludentes, e sim complementares. Cada um valendo de forma absoluta dentro do seu contexto. Diz a literatura que Niels Bohr se inspirou na filosofia do Tao."

- Eliane Xavier - Mestre em Física Quântica e Praticante Budista






terça-feira, fevereiro 16, 2016

Ondas Gravitacionais - uma grande descoberta



Será possível agora "surfar" uma destas ondas gravitacionais para realizar grandes deslocamentos no espaço x tempo? Tudo indica que sim. Sem contar claro, que as ondas gravitacionais oferecem uma nova e maravilhosa maneira de explorar o universo.

Confira no link abaixo o vídeo com a explicação de Brian Greene sobre o tema.


https://www.youtube.com/watch?v=zvwiFRzJAVA



terça-feira, fevereiro 09, 2016

O que é a realidade?

A realidade é o que percebemos com nossos sentidos?
Esta desconcertante palestra de Donald Hoffman nos remete a uma visão bastante integrada com os ensinamentos budistas.


https://www.youtube.com/watch?v=oYp5XuGYqqY


domingo, setembro 27, 2015

Física Quântica pelo WhatsApp?!



Recebo outro dia, tarde da noite, um WhatsApp de uma amiga muito querida: “Estamos num jantar aqui e o pessoal está falando de física quântica, você poderia falar pra nós o que é, se você estiver acordada?”
É muito engraçado este tipo de mensagem, pois quem dera a ciência de um modo geral pudesse ser explicada assim em poucas palavras. Pra começar a ciência trabalha com modelos científicos, ou seja, são teorias que precisam de um contexto, de várias definições preliminares, para que depois a gente possa explicar o sentido que aquilo tem, levando em consideração todos os parâmetros citados… É chato mesmo e dá trabalho.
Mas se eu fosse responder de forma rápida e resumida a pergunta de minha amiga eu poderia dizer: “A física quântica é a parte da física que trabalha com dimensões da ordem de 10 -10  metros ( um angstrom)  e menores." Com certeza ia trocar seis por meia dúzia e ninguém iria entender nada. Talvez uma resposta melhor seria: “A física quântica traz a ideia de que a energia é quantizada em pequenos pacotes discretos que chamamos de quantum.” Aí acho que já começa a ficar mais interessante. Mas provavelmente as pessoas perguntariam: “E daí?” Daí é que começa a ficar bom!
Para definir mesmo a física quântica, é preciso definir as esquisitices com as quais ela se define, dualidade onda-partícula, probabilidades, princípios da incerteza e da complementaridade, colapso da função de onda, observador, emaranhamento quântico, entre outros.
Então eu continuo a me perguntar, como fazer uma resposta disso tudo resumida pelo WhatsApp?! São os tempos modernos… e nossa cultura que anda cada vez mais apressada. Vamos ver… Uma vez “flagrei” um aluno explicando assim pro outro numa aula: - “A dualidade onda-partícula é assim, se uma mulher bonita esta andando na rua e ninguém olha ela é uma onda, se alguém olha ela vira partícula.” Achei muito engraçado e divertido como a gente tenta colocar estes conceitos quânticos, que na verdade não tem nada com que se possa comparar no mundo clássico, de maneira mais “palpável”. É válido. Mas na verdade seria assim, a física quântica vai jogar por terra tudo o que você acha que sabe sobre o conhecimento do mundo e do Universo, e de como as coisas funcionam. Abra sua mente para o novo, se esvazie de conceitos anteriores, e principalmente não tente encaixar a física quântica dentro do paradigma clássico. Não entra! Ao tentarmos fazer isso a física quântica se torna maluca, paradoxal, sem sentido, tudo porque a estamos olhando com os “olhos” errados. Então como seria a maneira indicada para olharmos para esta teoria? Seria ter um olhar livre de conceitos pré-estabelecidos, como o olhar de uma criança. Livre e aberta às infinitas possibilidades que este novo conhecimento oferece. Olha-la como uma ciência da mente e do coração. Onde realmente internalizaremos sua sabedoria, quando nos abrimos com todo o nosso Ser, profundo e primordial.
Sei que no fim das contas não respondi a pergunta ainda. Mas acreditem, a dúvida e a curiosidade abrem a perspectiva! A resposta fecha. Precisamos deixar de nos relacionar com os rótulos e preconceitos que congelamos em nossa mente, e nos relacionarmos com o fenômeno em si! Vasto, amplo, misterioso, fascinante em todas as suas nuances. Isso é precioso! É sublime, sagrado. E pra mim, isso é a física quântica.


PS: No blog Sabedoria Quântica tem os posts “física quântica para todos”, onde vou explicando uma esquisitice de cada vez, em doses homeopáticas. Bons estudos e boa jornada!

quinta-feira, julho 16, 2015

Pentaquark

Depois da 'partícula de Deus', cientistas descobrem o pentaquark
Observação de nova partícula foi anunciada pelos pesquisadores que trabalham no Grande Colisor de Hádrons, na fronteira entre a França e a Suíça.
14/07/2015 15h46 - Atualizado em 14/07/2015 15h46
BBC
Por Paul Rincon
Editor de Ciência da BBC News
Uma ilustração de uma configuração possível de quarks em uma partícula pentaquark  (Foto: CERN/BBC)Uma ilustração de uma configuração possível de quarks em uma partícula pentaquark (Foto: CERN/BBC)
Cientistas que trabalham no Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) - um acelerador de partículas gigantesco que fica na fronteira entre a França e a Suíça - anunciaram a descoberta de uma nova partícula, batizada de pentaquark.
A primeira previsão da existência do pentaquark foi feita na década de 1960, mas, assim como o Bóson de Higgs (ou "partícula de Deus"), os cientistas não conseguiram detectar o pentaquark durante décadas.
Em 1964, dois físicos, Murray Gell-Mann e George Zweig, propuseram, separadamente, a existência de partículas subatômicas conhecidas como quarks.
As teorias deles afirmavam que as propriedades mais importantes de partículas conhecidas como bárions e mésons poderiam ser melhor explicadas se, na verdade, elas fossem formadas por partículas ainda menores. Zweig chamou estas partículas menores de "ases", um nome que não ficou muito popular.
Gell-Mann as chamou de "quark", o nome pelo qual elas são conhecidas hoje.
O modelo proposto pelos cientistas também permitiu a descoberta de outros estados dos quarks, como o pentaquark. Esta partícula - antes puramente teórica - é composta de quatro quarks e um antiquark (o equivalente em antimatéria de um quark comum).
O anúncio é o equivalente à descoberta de uma nova forma de matéria e foi divulgado na revista especializada "Physical Review Letters".
Descobertas
Durante a primeira década dos anos 2000, várias equipes de cientistas alegaram ter detectado os pentaquarks, mas estas descobertas foram questionadas por outros experimentos.
"Existe uma história e tanto com os pentaquarks, por isso estamos sendo muito cuidadosos ao apresentar esta pesquisa", afirmou à BBC Patrick Koppenburg, físico coordenador do LHC no Cern, o laboratório europeu de pesquisas nucleares, na fronteira franco-suíça.
"É só a palavra 'pentaquark', que parece ser amaldiçoada de alguma forma, pois foram feitas muitas descobertas que, em seguida, foram superadas por novos resultados que mostravam que as anteriores eram, na verdade, flutuações, e não sinais verdadeiros (da existência da partícula)", acrescentou.
Os físicos estudaram a forma como uma partícula subatômica, a Lambda b, se transformou em outras três partículas dentro do Grande Colisor de Hádrons. A análise revelou que estados intermediários estavam envolvidos, em algumas ocasiões, na produção das três partículas.
Estes estados intermediários foram chamados de Pc (4450)+ e Pc (4380)+.
"Examinamos todas as possibilidades para estes sinais e concluímos que eles só podem ser explicados (pela existência) dos estados (de matéria) pentaquark", afirmou o físico do LHC Tomasz Skwarnicki, da Universidade de Syracuse, nos Estados Unidos.
Experiências anteriores tinham medido apenas a chamada distribuição de massa, na qual um pico estatístico pode aparecer contra o ruído de fundo, um possível sinal da existência de uma nova partícula.
Mas, o colisor permitiu que os pesquisadores analisassem os dados de outras perspectivas, principalmente os quatro ângulos definidos pelas direções diferentes das trajetórias das partículas dentro do LHC.
"Estamos transformando este problema de (um problema) de uma dimensão em um de cinco dimensões... conseguimos descrever tudo o que acontece na transformação (da partícula Lambda b)", afirmou Koppenburg, que identificou os primeiros sinais em 2012.
"Não tem como o que vimos ser devido a qualquer outra coisa que não a adição de uma nova partícula que não tinha sido observada antes."
"O pentaquark não é apenas uma nova partícula qualquer... Representa uma forma de agregar quarks, os principais componentes dos prótons e nêutrons comuns, em um padrão que nunca foi observado antes em mais de 50 anos de buscas experimentais", afirmou Guy Wilkinson, porta-voz do LHC.
"Estudar suas propriedades pode permitir uma melhor compreensão de como a matéria comum, os prótons e nêutrons, são constituídos."
O Grande Colisor de Hádrons foi ligado novamente em abril depois de um desligamento que durou dois anos para completar um programa de reparos e atualizações.

sexta-feira, junho 26, 2015

Abra-se para suas infinitas possibilidades

ABRA-SEPARA SUASINFINITAS POSSIBILIDADES


Acreditamos que a realidade que vivenciamos seria um tipo de única realidade, sem outras opções. Mas a Física Quântica definitivamente nos diz que a natureza não funciona desta forma
Por Eliane Xavier – Mestre em Física teórica pela UFPR;
Praticante budista, professora e palestrante sobre a interdisciplinaridade dos temas Ciência, espiritualidade e qualidade de vida.
Na formulação da Física Quântica temos conceitos bem estranhos e muito diferentes do nosso mundo clássico e macroscópico. Um deles é a sobreposição quântica. Para entendermos o que é vamos conversar sobre como a medida, ou observação de uma partícula é feita. Temos um termo na Física Quântica que usamos para definir um resultado obtido após uma medição. Este termo é o colapso da onda de possibilidades. O que seria isso? Trocando em miúdos, a Física Quântica diz que antes de medirmos o spin de uma partícula, por exemplo, todos os resultados acontecem ao mesmo tempo, no que chamamos de sobreposição quântica. No momento da medida, ou da observação, teríamos um resultado definido, um colapso destas possibilidades, para um único resultado.
Podemos fazer uma analogia desta parte da Física Quântica com nossa experiência no mundo. Sempre que observamos algo de uma determinada maneira, apesar de não percebermos, estamos colapsando em único resultado dentre infinitas possibilidades potenciais de resultados diferentes. Acreditamos que a realidade que vivenciamos seria um tipo de única realidade, sem outras opções. Mas a Física Quântica definitivamente nos diz que a natureza não funciona desta forma.
No estudo dos ensinamentos budistas aprendemos que observador e objeto não são entidades separadas. O Buda nos diz que nossa experiência de mundo surge por coemergência. O que seria isso? Coemergência é a experiência de surgir junto. Somos enganados pelo nosso senso comum de que a realidade externa existe de modo independente de nossa interação com ela. Mas em um sentido mais sutil não é assim que acontece. Um objeto só surge quando surge também o observador, de forma coemergente com ele.
Voltando a Física Quântica, vamos usar um elétron como exemplo. Imagine que exista um elétron em uma sala e não há ninguém observando este elétron. Desta forma, antes que alguém abra a porta e interaja com o elétron de alguma forma ele se espalha por todo o espaço, como uma onda de probabilidades, estando em todos os lugares ao mesmo tempo numa sobreposição quântica. No momento da observação esta onda de probabilidades se colapsa em um único resultado, dado pelo ato de medir, ou observar.
Desta forma, é importante nos lembrarmos de que tudo no mundo é feito de átomos, e que uma significativa parte dos físicos atuais acredita que o mundo é quântico em todas as escalas. O mundo clássico que vemos e interagimos macroscopicamente pode ser apenas uma aproximação em preto e branco de um mundo quântico tecnicolor.
Da mesma maneira, quando estamos colapsados em uma realidade é importante se lembrar de que ela é apenas uma de nossas infinitas possibilidades em potencial. Podemos mudar a nossa mente, mudar nossa paisagem mental, meditar, quebrar condicionamentos, mudar a perspectiva e verificar na prática como as infinitas possibilidades estão o tempo todo à nossa disposição, e como podemos acessá-las de modo mais fácil e simples do que imaginamos. O primeiro passo é tomar consciência delas, que estão presentes e disponíveis a todo momento.


revista mandala
http://revistamandala.com.br/



domingo, junho 07, 2015

Meditação Budista em Volta Redonda - Nova Turma



Olá a todos!


Com muita alegria convidamos os interessados em aprender a meditação do Budismo Tibetano.

Os encontros acontecem as segundas-feiras das 15:30 as 17h no Instituto Bem Viver (ao lado do restaurante Q Sabor no Aterrado), e nas quartas e quintas a noite, das 20h as 21:30 no Clube Foto Filatelico no bairro Bela Vista.


Venham fazer uma aula experimental e conhecer a proposta.


Sejam todos muito bem vindos!


Temos uma contribuição sugerida de R$ 45,00 por mês.


Que todos os seres possam se beneficiar!


“Aprender a meditar é a maior dádiva que você pode se dar nesta vida. Evitar o mal, fazer o bem e dirigir a própria mente.”



Instituto Bem Viver, Volta Redonda, RJ
Sob direção de Elisa Melek e Naila Melek
Rua Dionéia Faria, 62, Aterrado.
Telefone: (24) 3344-0384
E-mail: institutobemviver@gmail.com

sábado, março 28, 2015

O único antídoto real – uma Cultura de Paz (sobre o acidente aéreo do dia 24/03/2015)




Depois do ataque terrorista de 11 de setembro nos EUA as empresas aéreas investiram na segurança da cabine do piloto. Ninguém pode entrar lá durante o vôo e a cabine fica trancada com segurança total. No caso muito triste deste último acidente aéreo da Germanwings justamente pela cabine ser tão segura e tão difícil de arrombar não foi possível que o piloto entrasse e salvasse o avião das mãos do copiloto, que ao que tudo indica intencionava o acidente. O mesmo procedimento que garante a segurança do avião em um caso (de terroristas invadirem a cabine), é o que contribui na causa do desastre em outro. Como é difícil controlar e se proteger da violência e insanidade de uma mente desiquilabrada. Os métodos que nossa sociedade utiliza acabam sendo “remendos” para que a vida “normal” possa continuar, como dizia o Frejat em sua música “apesar de tanta barbaridade...”. Não estamos indo na causa. Sua Santidade o Dalai Lama repete incansavelmente: “A tecnologia aliada a uma mente aflita e perturbada só aumentará o poder de destruição.” Quando é que nossa cultura vai assimilar que precisamos investir na causa dos desequilíbrios? Isso demanda uma mudança de paradigma profunda, onde possamos nos libertar desta ditadura do materialismo, onde nossos valores ficam invertidos e a verdadeira saúde mental e emocional do ser humano fica negligenciada. Precisamos investir numa Cultura de Paz, onde a mente e o equilibrio emocional sejam estudados de forma profunda. Onde o amor seja estimulado a florescer. Uma cultura que valorize o ser humano e seu bem estar sutil e espiritual. Deixando de lado o paradigma do ter para incrementar o ser. Onde possamos romper esta delusão de que precisamos de tanto consumismo que só nos leva a mais frustração e vazio interior. Entender que a felicidade e a paz que tanto buscamos está dentro, e não neste movimento elouquecido de buscar tudo o que precisamos do lado de fora. Perceber que estamos todos conectados em algum nível. Que não adianta eu buscar a minha felicidade de forma egóica e não pensar no bem estar do meu próximo. Grandes Mestres compassivos já nos ensinam a dedicar o mérito de nossas práticas para todos os seres, e que busquemos trazer benefícios para todos. Neste triste episódio bastou uma pessoa perturbada para tirar a vida de dezenas de outras. Não estamos separados, precisamos pensar de forma global. O que ainda falta para as pessoas perceberem – que não está dando certo! – A humanidade está caminhando para a sua auto-destruição. O planeta está agonizando. Estamos destruindo nossa única fonte de sobrevivência, nosso lar. Alguns insanos acreditam em fugir pra outro planeta... É pra isso que a tecnologia está sendo investida na exploração espacial? Então é assim que se pensa? “A gente destrói este aqui e depois fugimos pra outro porque podemos e temos tecnologia pra isso”. Na prática budista aprendemos a sempre nos perguntar qual a motivação que está nos levando a praticar qualquer ato que seja. E diante disto tudo eu me pergunto: "qual a motivação da ciência atual, baseada no paradigma materialista?" Esta pergunta é crucial. Como dizia o grande Mestre Yogue, o Professor Hermógenes: “Deus me livre ser normal”. Pois esta normalidade está nos levando a aniquilação, sofrimento e infelicidade absoluta. Rogo aos Budas e seres de Luz que realmente nos inspirem aqui neste planeta, para que possamos o mais rápido possível atingir uma massa crítica de seres de consciência expandida, compassiva e lúcida, que nos permita dar um salto quântico que eleve e salve todo este lindo planeta e nossa linda raça humana.

segunda-feira, fevereiro 02, 2015

Meditação do Budismo Tibetano em Volta Redonda



Recomeçaremos nesta semana´- primeira semana de fevereiro, no Espaço Bem Viver, a meditação do budismo tibetano. Nossa prática consiste da meditação silenciosa e do estudo de um livro, que no momento será “Meditando a Vida”, do Lama Padma Samten (o livro pode ser adquirido no local, para os interessados em tê-lo). Sejam muito bem-vindos!

Horários:

-terça-feira, das 16h às 17:30

-quarta-feira, das 19:45 às 21:15

***Alunos novos favor entrar em contato pelo cel: 98822-9284 (claro) ou pelo e-mail es.xavier@uol.com.br

“Aprender a meditar é a maior dádiva que você pode se dar nesta vida. Evitar o mal, fazer o bem, dirigir a própria mente.”


Buda dizia: "Não acredite em algo apenas porque foi o Buda que falou. Teste em sua vida. Se lhe trouxer benefícios aplique, se não, descarte." Desta forma o budismo é muito prático e transformador. A meditação e os ensinamentos se complementam, trazendo uma verdadeira mudança em nossa relação com o mundo e consequentemente em nossa vida. 

Colaboração mensal – R$ 45,00

Instituto Bem Viver, Volta Redonda, RJ
Sob direção de Elisa Melek e Naila Melek
Rua Dionéia Faria, 62, Aterrado.
Telefone: (24) 3344-0384
E-mail: institutobemviver@gmail.com

terça-feira, setembro 16, 2014

Pequeno vídeo introdutório sobre a Teoria Quântica - TV UFPR

 
 
Neste vídeo os professores Márcio Bettega e Eliane Xavier introduzem os conceitos básicos de
Física Quântica para o público leigo. Bastante didático. Para quem tem curiosidade sobre o tema
 vale a pena!
 

segunda-feira, setembro 01, 2014

As Sete Leis Espirituais (Deepack Chopra)


Segunda Lei - A Lei da Doação

O universo opera através de trocas dinâmicas, nada é estático.
O fluxo da vida nada mais é do que interação harmoniosa de todos os elementos e todas as forças que estruturam o campo da existência. Esta operação harmoniosa opera pela lei da doação. Da mesma forma que se o sangue parar de fluir começa a coagular, estagnar. Por isso você tem necessidade de dar e receber. Essa troca é que mantém a sua saúde e a sua afluência - do que for - circulando em sua vida.
Como as águas de um rio, o dinheiro, os relacionamentos, dependem de dar a receber. O dinheiro tem de fluir para não estagnar, para não sufocar sua força vital. A circulação o mantém saudável e energizado. Da mesma forma todo relacionamento depende de dar e receber. Dar engendra receber, receber engendra dar. O que sai tem que voltar. Na realidade receber é o mesmo que dar, porque dar e receber são aspectos diferentes do fluxo de energia universal. Se você interfere no fluxo de um ou de outro interfere na inteligência da natureza.
Toda semente traz em si a promessa de muitas flores. Mas a semente não pode ser guardada. Ela precisa doar sua intrínseca capacidade de gerar ao solo fértil. Ao doar-se seus fluxos vitais invisíveis manifestam-se materialmente.
Assim quanto mais você dá mais você recebe, porque mantém a abundância do universo circulando em sua vida.
O mais importante é a intenção que há por trás do dar e receber. A intenção deve ser a de provocar sempre alegria em quem dá e em quem recebe, porque a felicidade é provedora e sustentadora da vida. Se você dá de má vontade, ou achando que perdeu alguma coisa, não há energia por trás do seu ato.
Praticar a lei da doação é muito simples. Se você quer alegria, dê alegria aos outros. Se deseja amor, aprenda a dar amor. Se quer bens materiais, ajude os outros a se tornarem mais ricos. A maneira mais fácil de se conseguir o que se quer é ajudar os outros a conseguir o que querem.
A mera ideia de dar, de abençoar, de oferecer uma simples oração, tem o poder de afetar a vida dos outros.
Se você busca as coisas boas, não só para você , mas para os outros, tudo o mais virá a você espontaneamente.
Se proponha a dar um presente a todo lugar que for, a todas as pessoas que você encontrar. Esse presente pode ser um cumprimento, uma flor, uma oração. Receba agradecido diariamente todas as dádivas que a vida oferece: a luz do sol, o canto dos pássaros, as flores, a neve do inverno. Assuma o compromisso de manter a riqueza circulando em sua vida, dando e recebendo os mais preciosos presentes: carinho, afeição, apreço, amor. Desejar em silencio, felicidade e muita alegria toda vez que encontrar alguém.
(texto na íntegra no livro - As Sete Leis Espirituais do Sucesso - Deepak Chopra)

 

Terceira Lei - A Lei do Carma, ou de causa e efeito

 Toda ação gera um força energética que retorna a nós da mesma forma... O que semeamos é o que colhemos. E quando escolhemos semear ações que levam felicidade e su...cesso aos outros, o fruto de nosso carma é a felicidade e o sucesso.
Tanto vc quanto eu somos escolhedores infinitos. Em nossa vida, a todo momento, entramos no campo de todas as possibilidades, onde temos acesso a uma infinidade de escolhas. Algumas dessas escolhas são feitas conscientemente. Outras não. Portanto a melhor maneira de entender e utilizar ao máximo a lei do carma é estar conscientemente alerta para as escolhas que fazemos a todo momento. Quer vc goste ou não, tudo o que está acontecendo neste momento é resultado de escolhas feitas no passado. Infelizmente muitos fazem escolhas inconscientes e , por isso, acham que não são escolhas. Mas são.
Se eu o insulto é provável que vc escolha se sentir ofendido. Seu eu lhe faço um cumprimento, é provável que vc escolha sentir-se grato e envaidecido. Pense bem: é sempre uma escolha.
Em outras palavras, toda pessoa constitui - mesmo sendo um escolhedor infinito - um feixe de reflexos condicionados. Eles são disparados, constantemente, por circunstâncias e por pessoas, resultando em comportamentos previsíveis. Devido ao condicionamento temos respostas repetitivas e previsíveis aos estímulos do ambiente. Nossas reações parecem ser disparadas automaticamente por pessoas e por circunstâncias. No entanto, esquecemos um fato: estas reações são também escolhas que fazemos a todo momento. Simplesmente estamos escolhendo inconscientemente. Se vc parar um pouco e observar suas escolhas no momento em que elas ocorrem, mudará este aspecto de inconsciência. O simples ato de observá-las transfere todo o processo do terreno do inconsciente para o terreno do consciente. Esse procedimento - escolher e observar conscientemente - é muito enriquecedor.
(texto na íntegra no livro - As Sete Leis Espirituais do Sucesso - Deepak Chopra)
nota - Também adquirimos carma pela repetição de ações. Quanto mais realizamos um ato, ou agimos de determinada maneira, mais propensos a fazer aquilo novamente nós ficamos. Tanto para ações positivas, quanto para ações negativas.


Quarta Lei - A Lei do Mínimo Esforço

 Esta lei se fundamenta no fato de que a inteligência da natureza funciona com tranquila facilidade e sem nenhuma ansiedade. Este é o princípio da mínima ação, da não resistência.... É portanto, o princípio da harmonia e do amor. Se vc observar a natureza verá que ela despende o mínimo esforço em seu funcionamento. A grama não se esforça para crescer, apenas cresce. As flores não se esforçam para abrir, apenas abrem. Os pássaros não tentam voar, apenas voam.
O mínimo esforço é dispendido quando suas ações são motivadas pelo amor, porque a natureza se mantém unida pela energia do amor. Quando vc procura controle e poder sobre as pessoas está desperdiçando energia. Quando se move pelo egoísmo desperdiça energia buscando uma ilusão de felicidade, em vez de desfrutar da felicidade do momento. Mas se seus atos são movidos pelo amor não há perda de energia. Ao contrário, sua energia se multiplica e acumula.
A lei do mínimo esforço possui três componentes básicos. O primeiro componente é a ACEITAÇÃO. Aceitar significa simplesmente assumir o compromisso de aceitar pessoas, situações, circunstâncias e fatos, da maneira como se apresentam. Isto significa entender que este momento é como deve ser, porque todo o universo é como deve ser. Quando vc luta contra este momento está lutando contra todo o universo. Você pode querer que as coisas sejam diferentes no futuro, mas hoje vc deve aceitar as coisas como elas são.
Isto nos leva ao segundo componente da lei do mínimo esforço, a RESPONSABILIDADE. Responsabilidade é não ficar culpando alguém, ou alguma coisa pela situação, muito menos a si mesmo. Aceitando a circunstância, o fato, o problema como ele se apresenta no momento, a responsabilidade passa a ser a capacidade de ter uma resposta criativa para aquela situação como ela se apresenta no momento. Todos os problemas contém em si as sementes da oportunidade. A consciência disto permite transformar este momento numa situação ou numa coisa melhor. A realidade é uma interpretação. Se vc escolher interpretar a realidade por este novo ângulo , terá muitos mestres a sua volta, e muitas oportunidades para evoluir.
O terceiro componente a lei do mínimo esforço é a INDEFENSIBILIDADE, ou seja, desarmar seu espírito, abrir mão da necessidade de convencer e persuadir os outros de seus pontos de vista. Se vc observar as pessoas verá que elas passam 99% do tempo defendendo seus pontos de vista. Se vc simplesmente desistir disso ganha acesso a imensas quantidade de energia antes desperdiçadas. Quando vc passa o tempo defendendo suas posições, culpando os outros, e não aceitando render-se ao momento determinado, sua vida transforma-se num embate de resistências. E toda vez que encontrar resistência, se tentar forçar a situação, a resistência só aumentará (tudo o que vc resiste, persiste).
Quando vc reunir a refinada combinação de aceitação, responsabilidade e indefensiblidade, sentira a vida fluindo com tranquila facilidade. E se vc se manter aberto a todos os pontos de vista - sem se prender rigidamente a nenhum deles - seus sonhos e desejos fluirão com os desejos da natureza. Então vc poderá se liberar de suas intenções, sem se prender a elas, e esperar pelo momento apropriado para que seus desejos desabrochem e se tornem realidade. Pode estar certo de que na hora certa eles e manifestarão.
(texto na íntegra no livro - As Sete Leis Espirituais do Sucesso - Deepak Chopra)


Quinta Lei - A Lei da Intenção e do Desejo  

Esta lei se fundamenta no fato de que a energia e a informação existem em toda parte na natureza. De fato, no nível do campo quântico, não há nada além de energia e inform...ação. Campo quântico é apenas outro nome do campo da consciência pura ou da potencialidade pura. Esse campo quântico é influenciado pela intenção e pelo desejo.
No âmbito da natureza nós somos espécies privilegiadas. Temos um sistema nervoso capaz de nos tornar conscientes do conteúdo energético e informativo deste campo localizado, que dá origem ao nosso corpo físico. Nós experimentamos este campo subjetivamente na forma de pensamentos, sentimentos, emoções, memórias, instintos, impulsos, princípios. Objetivamente o mesmo campo é experienciado como corpo físico e, através do corpo físico, como mundo. Mas é tudo a mesma coisa.
Seu corpo não está separado do corpo do universo porque, segundo a teoria quântica, não há limites bem definidos. Você é como uma agitação, uma ondulação, uma flutuação, um redemoinho, uma perturbação localizada no campo quântico maior. O grande campo quântico - o universo - é o seu corpo estendido.
O sistema nervoso humano é capaz de perceber a energia e a informação contidas em seu próprio campo quântico. E mais: por ser a consciência humana infinitamente flexível através de seu maravilhoso sistema nervoso, você também é capaz de mudar conscientemente o conteúdo informativo que dá origem ao seu corpo físico. Você pode mudar conscientemente o conteúdo energético e informativo do próprio quantum do corpo mecânico quântico, portanto pode influenciar o conteúdo energético e informativo do seu corpo estendido - o ambiente ao seu redor, o mundo - e fazer com que as coisas se manifestem nele.
A mudança consciente acontece através de duas qualidades inerentes à consciência: a atenção e a intenção. A atenção energiza; a intenção transforma. Quando você concentra sua atenção em alguma coisa, ela fica mais forte na sua vida. Quando você afasta a atenção, ela enfraquece, desintegra, desaparece.
A intenção lança as bases para o fluxo tranquilo espontâneo e natural da potencialidade pura, que busca expressar-se do não-manifesto ao manifesto. A única exigência é que você use sua intenção em benefício do ser humano. Isso acontece espontaneamente quando você está em alinhamento com as sete leis espirituais do sucesso.
(texto na íntegra no livro - As Sete Leis Espirituais do Sucesso - Deepak Chopra)


Sexta Lei - A Lei do Distanciamento

Segundo esta lei para se conseguir qualquer coisa na natureza é preciso desistir do apego a ela. Isso não significa desistir da intenção de criar um desejo. Você abandona apenas ...o apego aos resultados.
É uma atitude muito poderosa. No momento em que você desistir de seu apego aos resultados, misturando, simultaneamente atenção unidirecionada com distanciamento, terá tudo o que deseja. O distanciamento permite alcançar qualquer coisa porque ele se baseia na sua crença inquestionável no poder do seu verdadeiro Eu.
É a consciência que sabe como satisfazer todas as necessidades. O resto é simbólico: casas, carros, contas bancárias, roupas, aviões. Os símbolos são transitórios; eles vem e vão. Perseguir símbolos é como instalar-se no mapa e não no território. Isso cria ansiedade e acaba levando você a se sentir vazio e oco por dentro, porque está trocando o Eu pelos símbolos do Eu.
Para viver esta experiência você tem de estar apoiado na sabedoria da incerteza. Na incerteza você encontrará liberdade para criar o que quiser. As pessoas buscam constantemente segurança. Você descobrirá que buscar segurança na verdade é uma coisa muito efêmera. Até o apego ao dinheiro é sinal de insegurança. Você pode dizer: "quando eu tiver x milhões de dólares estarei seguro, financeiramente independente e poderei me aposentar; aí poderei fazer o que realmente desejo. Mas isso nunca acontece - nunca acontece.
A busca da segurança é uma ilusão. Para a tradicional sabedoria ancestral, a solução deste dilema está na sabedoria da insegurança, ou na sabedoria da incerteza. Isso quer dizer que a busca de segurança e de certeza é, na verdade, um apego ao conhecido. E o que é ele afinal? O conhecido é o nosso passado. O conhecido nada mais é que a prisão dos velhos condicionamentos. Não há nenhuma evolução nisso - absolutamente nenhuma. E quando não há evolução há estagnação, desordem, ruína.
A incerteza, por sua vez, é terreno fértil para a criatividade e para a liberdade. Incerteza significa entrar no desconhecido em todos os momentos de nossa existência. O desconhecido é o campo de todas as possibilidades, sempre frescas, sempre novas, sempre abertas para a criação de novas manifestações. Sem a incerteza e o desconhecido, a vida é apenas a repetição viciada de memórias velhas. Você cai vítima do passado e o seu torturador de hoje é o que sobrou de você ontem.
Uma das características do campo de todas as possibilidades são as correlações infinitas. Esse campo consegue reger uma quantidade de eventos no tempo-espaço para conseguir os resultados pretendidos. Mas, quando você está apegado, sua intenção fica presa num rígido espaço mental. Assim a fluidez, a criatividade, a espontaneidade inerentes àquele campo se perdem. Quando você se apega a uma ideia pronta, o seu desejo, antes fluido e flexível, fica congelado numa estrutura rígida que interfere em todo o processo de criação.
A lei do distanciamento acelera todo o processo de evolução. Quando você entende esta lei não se sente compelido a forçar soluções. Se você forçar a solução de problemas, só vai criar mais problemas. Mas se dirige sua atenção para a incerteza e observa essa incerteza enquanto espera a solução emergir do caos e da confusão , o que aparecer será fabuloso e excitante.
(texto na íntegra no livro - As Sete Leis Espirituais do Sucesso - Deepak Chopra)


 Sétima Lei - A Lei do Darma ou do propósito de vida

Segundo a lei do darma, assumimos uma forma física para cumprir um propósito de vida. O campo da potencialidade pura é divindade em essência. É o divino assumindo a forma humana para cumprir um propósito.
De acordo com esta lei, você tem um talento singular, e uma maneira única de expressá-lo. Existe alguma coisa que você consegue fazer melhor do que todo mundo. E para cada talento singular, em sua forma única de se expressar, existem necessidades específicas. Quando essas necessidades se combinam com a expressão criativa de seu talento, surge a fagulha que cria a riqueza.
Se você ensinar estes pensamentos para as crianças poderá ver seus efeitos.
A lei do darma apresenta três componentes. O primeiro é o de que estamos aqui para encontrar nosso verdadeiro Eu, para descobrir que nosso verdadeiro Eu é espiritual, que somos essencialmente seres espirituais expressos numa forma física. Estamos aqui para descobrir nosso Eu superior, ou espiritual. Essa é a primeira coisa que se cumpre na lei do darma. Precisamos descobrir por nós mesmos que temos em nosso interior um embrião de deus ou deusa desejoso de nascer e de expressar sua divindade.
O segundo componente é o de que devemos expressar nosso talento singular. A lei do darma diz que todo ser humano tem um talento único. Ele é único em sua expressão e tão específico que ninguém mais em todo o planeta tem um igual, ou maneira parecida de expressá-lo. E quando está expressando este talento único - muita gente tem mais de um talento único - você penetra na consciência atemporal.
O terceiro componente é o de que devemos servir a humanidade. Para isso devemos fazer as seguintes perguntas: "como posso ajudar?" Como posso ajudar a todos que tenho contato?
Quando você combina a capacidade de expressar seu talento único com benefícios a humanidade, está fazendo pleno uso da lei do darma. Essa é a maneira de se obter abundância ilimitada. E ela é permanente por causa do seu talento único, da sua maneira específica de expressá-lo, dos benefícios e dedicação a seus semelhantes, que se descobriu ao se perguntar: "como posso ajudar?", em vez de "o que vou ganhar com isso?"
A pergunta "o que vou ganhar com isso?" é o diálogo interior do ego. A pergunta "como posso ajudar?" é o diálogo interior do espírito. O espírito é aquele domínio de nossa consciência em que experimentamos nossa universalidade. Ao mudar seu diálogo interior - do "que ganho com isso?" para "como posso ajudar?" - automaticamente você está indo além do ego e entrando no domínio do espírito. Embora a meditação seja o melhor caminho para entrar no domínio do espírito, a mudança do seu diálogo interior para "como posso ajudar?" também dará acesso a ele, ao domínio da consciência onde você experimenta sua universalidade.
(texto na íntegra no livro - As Sete Leis Espirituais do Sucesso - Deepak Chopra)

domingo, agosto 31, 2014

Sete Leis Espirituais - Deepak Chopra - Primeira lei - Pontecialidade Pura


Esta semana (começando domingo 31/08/2014) falaremos sobre as Sete Leis Espirituais do Sucesso de Deepak Chopra, que na verdade são Sete Leis Espirituais para a Vida. Estas leis mostram o lado absolutamente quântico de nossa realidade e é muito pertinente aos assuntos de ciência e espiritualidade do blog. Acompanhem-nos neste estudo! Será um grande prazer!


 
Primeira Lei - A Lei da Potencialidade Pura - Consciência Pura é a nossa essência espiritual, que é potencialidade pura. É no conhecer-se que reside a capacidade de realização, porque vc mesmo represe...nta a possibilidade eterna. Esta lei poderia ser chamada de lei da unidade. Não existe separação entre vc e esse campo de energia. Quanto mais vc busca sua verdadeira natureza, mais se aproxima do campo da potencialidade pura. Se não temos a experiência do Eu, a nossa verdadeira natureza, não temos nosso ponto de referência interior, e passamos a nos influenciar pelo que acontece fora, passamos a ter um objeto-referência. Neste estado buscamos incessantemente a aprovação dos outros: nossos pensamentos e comportamentos antecipam-se a toda resposta, porque fundamentam-se no medo. No objeto-referência nossa tendência é querer controlar as coisas, ter necessidade do poder externo.
No estado de objeto-referência o ego está em primeiro lugar. Mas ele não expressa o que vc é realmente. O ego reflete apenas a sua autoimagem, a sua máscara social, o papel que vc representa. Sua máscara social necessita de aprovação, de controle, de apoio no poder, porque vive com medo.
Seu verdadeiro Eu - que é seu espírito, sua alma - está livre destas coisas. É imune à crítica. Não teme desafios. Não se sente inferior a ninguém. Mas também é humilde. Não se sente superior porque reconhece que todas as pessoas representam o mesmo Eu, o mesmo espírito com faces diferentes.
Uma forma de aplicar a lei da potencialidade pura é se entregar diariamente a momentos de silêncio, praticar a meditação e evitar julgamentos. Viver em contato com a natureza é outra maneira de ter acesso às qualidade inerentes a este campo: a infinita criatividade, a liberdade, a felicidade.
(texto na íntegra no livro - As Sete Leis Espirituais do Sucesso - Deepak Chopra)
 

quarta-feira, julho 23, 2014

Tudo é relativo - o tempo dilata




Albert Einstein em sua famosa Teoria da Relatividade mostrou como conceitos que pensávamos ser absolutos são na verdade relativos. Até mesmo a passagem do tempo! Ele percebeu que o tempo poderia se dilatar ou se contrair ao perceber que a medida do tempo nada mais é do que um evento de sincronicidade. Como medimos o tempo? A medida do tempo em um relógio é um evento de sincronicidade entre o movimento de seus ponteiros e o tempo a ser medido. Ao se passar um segundo, temos a sincronicidade do tempo passado com o "pulinho" que o ponteiro dos segundos do relógio dá. Poderíamos medir o tempo com, por exemplo, o lançar e cair de uma laranja na sua mão. Você poderia jogar uma laranja pra cima e o tempo dela subir e cair de volta em sua mão seria definido como 1 pulo de laranja, por exemplo. Estaríamos definindo uma nova unidade de medida de tempo.
Einstein percebeu que duas pessoas jogando laranjas para o alto em dois locais diferentes podem não ter este movimento sincronizado, mesmo que as duas arremessassem as laranjas exatamente juntas! Considere que estamos observando estas duas pessoas sentadas ao lado uma da outra, sob as mesmas condições físicas (aceleração da gravidade, resistência do ar, etc), considerando também que as duas laranjas sejam idênticas e as duas pessoas consigam arremessar as laranjas exatamente sob as  mesmas condições iniciais, as duas laranjas cairiam de volta a mão de cada uma delas simultaneamente, em outras palavras, ao mesmo tempo. Agora considere que estas duas pessoas estão separadas, cada uma se movendo em relação a outra a uma alta velocidade constante, próxima a da luz. Nós, os observadores, veríamos agora uma laranja voltar a mão de uma delas primeiro que a outra. A pessoa que está mais lenta ou em repouso em relação a nós teria a laranja de volta a mão mais rápido do que a outra pessoa que se estaria se movendo a uma alta velocidade em relação a você. Podemos pensar que no caso da pessoa que está em movimento a laranja não faz mais apenas o movimento vertical de subir e cair, mas faz também um movimento horizontal de deslocamento. O movimento total da laranja seria a soma destes dois movimentos, e por isso ela demora mais a voltar para a mão da pessoa em movimento. 
É importante também lembrar que a Teoria da Relatividade diz que a velocidade da luz é constante, independente se quem a observa está parado ou em movimento! No meio de tantas coisas relativas temos algo absoluto e constante: a velocidade da luz! E ela é também uma velocidade limite no Universo. Nada pode se mover mais rápido que a luz. Esta questão nos convida a uma boa discussão sobre o tema, mas isso fica para um outro post.
O Universo é mesmo surpreendente, e bem diferente do que o nosso senso comum sugere.

sábado, abril 26, 2014

Palestra gratuita na UERJ: A Física Quântica e a Qualidade de Vida




Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Instituto de Educação Física e Desportos
Rua São Francisco Xavier 524, sala 8121-F
Maracanã, Rio de Janeiro, RJ         20550-013
Tel: (55-21) 2334-0775

 

 
 
A Física Quântica e a Qualidade de Vida
 
Palestra do IEFD: Dia 8 de maio de 2014, 16h00min, auditório 93.
 
 Objetivo: Divulgar os conceitos básicos da Física Quântica, as novas descobertas científicas, e como o novo paradigma quântico pode melhorar imensamente nossa qualidade de vida.
Público Alvo: Pessoas de qualquer idade e qualquer área de trabalho/estudo que desejam saber mais sobre a Física Quântica e sua aplicação na vida prática.
Sobre a Palestra: Todo o  material utilizado é adaptado para o público leigo e de fácil entendimento. Não é necessário nenhum pré-requisito para a participação no evento.
 
 Programa:   - O nascimento da física quântica – a ideia do quantum;
                   - A dualidade onda-partícula;
                   - O papel do observador na Física Quântica;
                   - Salto Quântico e Criatividade;
                   - A Física Quântica no Quotidiano e na Qualidade de Vida.
 
Palestrante: Eliane Xavier é Mestre em Física Teórica na área de Física Quântica pela UFPR e Especialista em Ensino de Física pela UFRJ. Atualmente é pesquisadora do grupo Física e Humanidades do CBPF (Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas) no Rio de Janeiro. Praticante budista, aluna do Lama Padma Samten desde 2004, trabalha com a relação dos temas:  Ciência – Consciência – Espiritualidade e Qualidade de Vida. Ministra Cursos Livres, Palestras e aulas em Cursos de Pós-Graduação promovendo a interdisciplinaridade da Física Quântica com outras áreas de estudo e trabalho.

Não é necessário se inscrever previamente para a Palestra.

 

terça-feira, abril 08, 2014

segunda-feira, março 31, 2014

Ciência sem consciência? A importância da ética na pesquisa científica.

fonte: http://hypescience.com/ciencia-sem-consciencia-a-importancia-da-etica-na-pesquisa-cientifica/

autor:
Mustafá Ali Kanso

Ciência sem consciência – a importância da ética na pesquisa científica.
O analista do Kings College Fellipe Gracio em seu artigo “Scientists can’t claim to be neutral about their discoveries”publicado no “The Conversation” nos brinda com uma reflexão de visceral importância sobre a ética aplicada às pesquisas.
Nesse artigo ele questiona o quanto de isenção um cientista pode alegar, quando por fim suas descobertas são mal aplicadas e podem representar um perigo para a humanidade.
Essa sensação persegue a história humana, desde que inventos magníficos como o navio, o automóvel e o avião, foram transformados em máquinas de guerra.
Ou mesmo ante as brumas radioativas de Hiroshima e Nagasaki — Oppenheimer — o pai da bomba atômica — num discurso emocionado se autodenominar “a morte, o destruidor de mundos”.
Isso apenas para citar alguns poucos exemplos.
À medida que a pesquisa científica afeta o mundo convém ficarmos de sobreaviso.
Isso por que a ciência é feita por pessoas.
E todas as pessoas, mesmo sendo cientistas, possuem interesses, intenções e ambições.
Para agravar esse quadro, a ciência é financiada por governos e por empresas — cujas políticas podem nem sempre visar o bem comum – entendendo essa expressão, em seu sentido mais amplo como sendo o bem, em sua essência, estendido para toda a humanidade.
Fica cada vez mais claro que pesquisa científica atual, em seus passos mais decisivos, está condicionada às regras de financiamento, às expectativas sobre seus resultados e às forças sociais e de instituições que moldam seus rumos.
Ora vejamos:
  • Ninguém investe sem a expectativa de ganhar dinheiro com seu investimento;
  • Mesmo moralmente condenadas, a ambição e a ganância continuam a ditar as regras do mercado também no século XXI.
Ou não?
Na década de 1950, quando Jonas Salk — um dos cientistas que participou do desenvolvimento da vacina contra a poliomielite — foi questionado sobre se ele patentearia a vacina. Ele respondeu com outra pergunta:
— Você poderia patentear o sol?
Em outras palavras:
Pode um cientista propor ou aceitar a privatização de um conhecimento que beneficiaria a todos?
Existem duas linhas de pensamento sobre essa questão:
O primeiro viés advém de empresas (e de governos) que comercializam ciência e tecnologia e são detentores de muitas patentes.
Seu principal argumento pode ser assim resumido:
Como o investimento em programas de pesquisa científica é extremamente oneroso, tanto para empresas quanto para nações é natural oferecer garantia para os investidores de que ocorrerá o retorno desses investimentos. E tais garantias passam invariavelmente pela reserva de mercado e obviamente a privatização das descobertas, protegidas por leis de propriedade intelectual.
O argumento contrário à privatização dos resultados aponta que a restrição do uso de muitas descobertas atrapalha o aperfeiçoamento da própria descoberta, além de reprimir a inovação e o desenvolvimento de novos produtos.
Além de que, ao negar o benefício a outro ser humano se estaria também praticando uma forma de desumanidade.
Por exemplo,
A indústria farmacêutica Novartis tentou bloquear recentemente a fabricação na Índia de um medicamento genérico aplicado na terapia do câncer.
Joseph Stiglitz, prêmio Nobel de Ciências Econômicas, tem uma posição radicalmente contra as leis de propriedade intelectual.
Ele enfatiza que essa prática visa apenas garantir lucros exorbitantes para as desenvolvedoras, que por congelamento do desenvolvimento científico, certifica-se de não haver concorrência.
Pela lei dos mercados é fácil observar o que se resulta de um monopólio, seja em que área for.
Ele dá o exemplo da Myriad Genetics, uma empresa que alegou propriedade intelectual sobre genes humanos.
Este é um exemplo extremo, mas suas observações são amplamente aplicáveis ​​.
Ele explica que, neste caso:
Geneticistas têm argumentado que o registro de patentes sobre os genes realmente tende a impedir o aperfeiçoamento de vários testes genéticos (como prevenção de doenças genéticas, por exemplo) , e de modo geral, interferir com o avanço da própria ciência .
Todo o progresso científico é fundamento em conhecimento. Ao tornar-se esse conhecimento menos disponível impede-se o progresso, ou na melhor das hipóteses, torna-o menos imediato.
É fácil observar que o cientista está no centro deste processo e ele não pode mais se furtar das questões éticas envolvidas em seu trabalho.
Não pode mais evadir-se das questões pertinentes sobre a natureza do progresso científico, sobre as decisões de financiamento de suas pesquisas, ou quais forças estão por trás dos ditos investidores e quais são os interesses que servem.
Eu mesmo, não canso de repetir para meus alunos, que nossas decisões sobre as nossas carreiras afetam não só nossas vidas, mas também a dos que nos cercam.
Eu como cientista não posso alegar neutralidade em questões como esta.
Nenhum cientista pode.
E se Jonas Salk tivesse decidido trabalhar para uma empresa farmacêutica e patenteasse a vacina contra a poliomielite? Quantas pessoas morreriam, ou teriam sequelas por toda a vida?
Considere-se uma questão relevante para o futuro:
Se uma vacina contra a malária ou contra AIDS fosse desenvolvida, deveria ser protegida por registro de patentes, de tal forma que os preços desse monopólio maximizassem sua receita, mas não seus resultados na saúde pública?
De modo mais geral: os cientistas podem realmente justificar os resultados previsíveis dos projetos em que estão envolvidos?
O que deve ser feito, então, para maximizar o benefício da ciência visando o bem comum?
Para começar, podemos educar os cientistas e também fiscalizá-los.
E para isso é necessário que o cidadão busque inteirar-se do que vem a ser ciência e de qual é o real trabalho do cientista.
É preciso que cada um busque entender as decisões tomadas tanto pelos cientistas quanto pelas instituições de pesquisa e querer fazer parte delas.
É legítimo e necessário pedir aos cientistas e aos acadêmicos, e também às instituições, que justifiquem o uso que dão aos fundos de investimentos em pesquisa;
É justo fiscalizar as ações privadas e públicas nos programas sociais, e debater as prioridades políticas na esfera pública.
E também submeter as decisões sobre a investigação científica e suas metas de trabalho ao escrutínio da sociedade.
A ciência é uma força incrivelmente poderosa que consome uma grande quantidade de recursos, por isso precisamos ter certeza de que está sendo orientada numa boa direção e parta tal é necessário que cada cidadão procure cumprir com o seu papel.